segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Dor no Joelho - Sindrome da dor Patelofemoral

Patellofemoral Pain Syndrome
Clin Sports Med 29 (2010) 379–398
Herv_e Collado, MDa,b,c,*, Michael Fredericson, MDd,e,f

"The average recreational runner has a 37% to 56% incidence of being injured during the course of a year’s training.1 The knee is the most common site of injury and patellofemoral pain (PFP) syndrome constitutes nearly 25% of injuries to the knee.2 The cause of PFP, however, is not clearly understood and may have multiple origins. The most commonly accepted hypothesis is related to increased patellofemoral joint
stress (force per unit area) and subsequent articular cartilage wear."

A media de um corredor amador ou corredor recreacional é de 37% a 56% de incidência de lesões. O joelho é o local mais comum e a síndrome da dor patelo femural (PFP) constitui quase 25% das lesões no joelho. A causa da dor patelofemural,entretanto,não é claramente compreendia e pode ter várias origens.
A hipótese mais aceita está relacionada ao aumento do stress femoropatelar  (força por unidade de área) e subseqüente desgaste da cartilagem articular.

Classification of Patellofemoral Pain and Dysfunction
Classificação da dor patelofemoral e disfunções

Instabilidade Patelofemoral:

1.     Subluxation or dislocation, single episode
2.     Subluxation or dislocation, recurrent
·          Lateral subluxation or dislocation
Normal functional Q-angle
Increased functional Q-angle
Dysplastic trochlea
Grossly inadequate medial stabilizers
Patella alta
Tight lateral retinaculum
·          Medial subluxation or dislocation Iatrogenic

         3. Chronic dislocation of patella
                Congenital
                 Acquired
         4. Associated fractures
Osteochondral
Avulsion

Dor Patelofemural e mal alinhamento
         1. Increased functional Q-angle
 Femoral anteversion
                External tibial torsion
 Genu valgum
                Foot hyperpronation
         2. Tight lateral retinaculum (lateral patellar compression syndrome)
         3. Grossly inadequate medial stabilizers
         4. Electrical dissociation
         5. Patella alta
         6. Patella baja
         7. Dysplastic femoral trochlea

Dor patelofemoral sem mal alinhamento
         1. Tight medial and lateral retinacula
         2. Plica
         3. Osteochondritis dissecans
                Patella
 Femoral trochlea
         4. Traumatic patellar chondromalacia
         5. Fat pad syndrome
         6. Patellofemoral osteoarthritis
Posttraumatic
 Idiopathic
         7. Patellar tendinitis
         8. Quadriceps tendinitis
         9. Prepatellar bursitis
       10. Apophysitis
                Osgood-Schlatter syndrome
Sinding-Larsen-Johanssen disease
       11. Symptomatic bipartite patella
       12. Other trauma
Quadriceps tendon rupture
Patellar tendon rupture
Patella fracture
Proximal tibial epiphysis (tubercle) fracture
Contusion
Turf knee/wrestler’s knee
Cruciate ligament instability
       13. Reflex sympathetic dystrophy

From Holmes WS, Clancy WG. Clinical classification of patellofemoral pain and dysfunction.
J Orthop Sports Phys Ther 1998;28(5):300; with permission.


Quando  o joelho começa a flexionar, a superfície articular da patela entra em contato com
 a do côndilo lateral do fêmur e da patela, em seguida, segue uma curva em S através da tróclea. Parte
 da superfície da patela permanece em contacto com a tróclea todo o restante do arco de flexão. Este contato entre o fêmur e a patela progride de uma direção distal a  uma direção proximal na patela. Ajudando a manter a patela centralizada no sulco troclear , a anatomia em "V" da patela e da configuração do côndilo femoral.
Nos joelhos normais o côndilo lateral é maior do que o medial. Podendo haver vários graus de displasia  das porções mediais e laterais do sulco troclear, levando à diminuição da estabilidade da articulação  patelofemoral. Essa instabilidade pode ser causada por excesso da espessura do assoalho da tróclea ou altura insuficiente de um ou ambos os côndilos troclear femoral. Assimetria das facetas da patela também afeta a congruência da patela.
A taxa normal da faceta lateral para medial  é de 3:2, de modo que a faceta lateral é mais longa e inclinada, combinando o mais elevado e a maior largura do côndilo femoral lateral.
Outras causas, são mal alinhamento das extremidades de membro inferior onde a anteversão do colo do fêmur é freqüentemente associada com torção externa da tíbia e, freqüentemente, pronação compensatória do pé. Hiperpronação do  é um dos fatores causadores de síndrome PFP (SDPF)
Desequilíbrio muscular e de tecidos moles. Acredita-se que o vasto medial oblíquo (VMO), o estabilizador medial primário da ativação patelar,  é freqüentemente dominado pelas forças laterais que atuam sobre a patela, que incluem o trato iliotibial, o retináculo lateral e vasto lateral. Em alguns corredores do VMO é fraca, no entanto, muitos corredores com força suficiente o VMO ainda apresentam déficit de ativação com início atrasado do VMO, quando comparado com o vasto lateral.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Lançamento do Livro “Aprendiz de Samurai – uma história real” - Sensei (先生) Max Trombini.

Hoje o Blog Comer,beber e treinar irá fazer uma homenagem ao Sensei Max Trombini.
O lançamento do Iivro chamado “Aprendiz de Samurai – uma história real” será lançado no dia 21 de Fevereiro de 2011 às 20:00 na Academia Companhia Athletica - Unidade Kansas. Rua Kansas,1582 – Brooklin Paulista.

“De um modo autobiográfico, Max Trombini fala sobre crescimento pessoal, persistência e como o esporte pode ajudar na mudança de vida"
"O mundo é feito de desafios! Max Trombini relata isso em Aprendiz de Samurai – uma história real, que a Editora Évora lança este mês. No livro, Trombini narra sua vida como uma saga de um guerreiro moderno, desde a rejeição do pai, que abandonou a mãe quando ele ainda era bebê. Lembra a relação com o avô materno, Benedito, um pai presente e protetor que o acompanhou até a metade da adolescência, passando pelos primeiros dias na escola e os treinos para as primeiras brigas nas ruas de Ubatuba, litoral norte de São Paulo. Aprendiz de Samurai é a história real de uma pessoa humilde que tem e teve sua trajetória marcada por ensinamentos familiares no cotidiano, pontuados sempre pelo amor e criatividade. “Você pode conquistar o mundo se tiver valores sólidos. Faça o que vem do coração!” – é um dos conselhos de Benedito que ele não esquece.
Aos 14 anos, Max perde seu avô para o câncer e descobre no judô, o que ele classificaria mais tarde como “um esporte com uma redentora filosofia de vida”. Ao relatar certas passagens vividas, o autor traça parâmetros entre o tatame e a vida. Por meio dos treinamentos, ele aprende que o caráter e a persistência devem ser a mola propulsora das ações e, com a teoria e prática adquiridas nos treinos e lutas, aplica esse conhecimento em todos os momentos de sua vida, ora para questões pessoais, ora profissionais. Para Trombini, os ensinamentos do judô ajudam na disciplina, no cuidado com o corpo e no amadurecimento do espírito, consolidando esses valores por intermédio das técnicas ministradas de ataque e defesa. “Os embates a que o cotidiano nos submete nos obrigam a ter sempre em mente que a dor não nos abandona e precisamos vencê-la para sermos fortes de alma, e que na vida, assim como na natureza, não há revanches” – conclui.
O sacrifício da mãe, a vida humilde, o crescimento pessoal, o aprendizado do judô, o código de honra dos samurais… Max Trombini conta sua história numa narrativa em primeira pessoa. Aprendiz de Samurai – uma história real apresenta valores e sugere formas de encarar os problemas sem modelos pré-definidos, porém incutindo os conceitos de desenvolvimento e transformação pessoal. Max acredita que o homem precisa preservar em sua essência e o espírito de aprendiz e salienta que tudo na vida pode ser sorte ou azar: “Precisamos ser pró-ativos e ter a iniciativa para uma atitude mais colaborativa em nossa vida, sem esquecer nunca que o conhecimento é a única coisa que compartilhamos, já que é para sempre”, conclui. Só encontra  a paz e a realização pessoal quem aprende a lutar.
Sobre o autor
Max Trombini, nascido em Ubatuba-SP, em 23/05/1968, há quase trinta anos se dedica às artes marciais. É faixa-preta de jiu-jitsu e de judô, mestre da Cia. Paulista, em São Paulo. É reconhecido como um dois maiores especialistas e estrategistas em luta de solo de nosso país, tendo treinado as principais equipes de judô do mundo. Treinador de feras como Eduardo Santoro, o “Português”, o que lhe rendeu o convite pela CBJ (Confederação Brasileira de Judô) para orientar a seleção nacional em seus treinamentos de solo (Ne-Waza). É também empreendedor e empresário.”

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Treino Semana III

Uma dica de como treinar durante a semana e poder comer e beber no final de semana.
2ªfeira e 5ªfeira
Musculação:
Peitoral (3 exercícios) 3x10
Tríceps (2 exercícios) 3x12
Abdominal (Supra:3x15/Infra:3x15)
Cardio:
8x 2’ – 85%Fc Max / 2’ – 55%Fc Max
20’ Bike 65%-70%Fc Max

3ªfeira 
Musculação:
Dorsal (3 exercícios) 3x10
Bíceps (2 exercícios) 3x12
Cardio:
3km – 70% Fc Max
3km – 75% Fc max
20’ Transport 65%-70%Fc Max

4ªfeira
Musculação:
Membro inferior (Quadríceps: 2exercícios 3x12 /Posterior:1exercício 4x12 /Abdução 2x12/adução 2x12 e panturrilha 2x12)
Deltóide (2 exercícios) 3x12
Abdominal (Supra:3x15/Infra:3x15)
Cardio:
25’ Transport 65%-70%Fc Max
20’ Bike 70% Fc max.

 5ªfeira
Musculação:
Peitoral (3 exercícios) 3x10
Tríceps (2 exercícios) 3x12
Abdominal (Supra:3x15/Infra:3x15)
Cardio:
8x 2’ – 85%Fc Max / 2’ – 55%Fc Max
20’ Bike 65%-70%Fc Max









6ªfeira

 Musculação:
Dorsal (3 exercícios) 3x10
Bíceps (2 exercícios) 3x12
30’ Transport 65%-70%Fc Max

Sábado
Pela Manhã: USP (Quark na USP!!)   www.quark.esp.br
Cardio:  
3km – 70% Fc Max
3km – 75% Fc max

Noite:Restaurante - Dica: Due Cuochi Cucina - http://www.duecuochi.com.br/





Manter uma alimentação que todos conhecem durante a semana (Proteína,pouco carbo, muita salada e frutas, porém de 5ªfeira por exemplo quando chegar em casa lá pelas 20:30, abrir uma cerveja chamada: Eisenbahn - Estilo Pilsen!!  Ela é nacional e sensacional!! http://www.eisenbahn.com.br
Uma garrafinha só!! 330ml.


terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Jantar no JUN SAKAMOTO

Jantar no Jun Sakamoto.

Eu costumo procurar uma comida japonesa que seja japonesa de verdade, a qualidade dos ingredientes, harmonização dos ingredientes, a forma de tratar o alimento, de cortar, de manusear a faca, desde a compra e escolha do peixe até sua apresentação no prato e na mesa. Sempre estive em busca disso tudo.
No Jun Sakamoto eu encontrei.
Agradeço ao convite que recebi para conhecer este Restaurante Japonês.
O menu degustação contém 16 itens e experimentem a sobremesa de sorvete de maçã verde com gelatina (kanten)de sake!! Estupendo!!
Na apresentação o visual é espetacular, o prato na qual é servido, disposição do sushi e o corte do peixe.
No aroma, a simplicidade do sushi com temperos delicados e de alta qualidade
No sabor, harmonização do arroz, temperatura do arroz, qualidade do peixe, tamanho do corte, fusão do foie gras com peixe e arroz, o verdadeiro wasabi, sal trufado, sal negro do Havaí,limão siciliano. O sabor é uma viagem!!
Não estão todos juntos... cada sushi vai um ingrediente pertinente ao peixe.
Para beber, Champagne  Delamote brut, Vinho branco um Verget Pouilly-Fuisse 2005  e o Tinto um Pommard 2004 Premier cru Vieilles Vignes.




Corrida Vertical - Brasil. Vamos subir as escadas correndo??



Para quem está enjoado de correr nas ruas, parques ou gostaria de um desafio a mais. Aqui vai o circuito da Vertical Running 2011.





Sim, uma corrida em que o atleta correrá para cima, subindo as escadarias dos grandes prédios no mundo.
Ano passado houve no Brasil a 1ª prova de Vertical Running, realizada no prédio da Nestle no dia 29 de agosto de 2010.

A prova consiste em subir correndo 765 degraus!!! Ou  31 andares!!!

Este ano está confirmado no calendário oficial da Vertical Running o BRASIL!!!



A 1ª prova do ano realizada em 1ª de fevereiro foi realizada em Nova York no Empire State Building, o vencedor foi alemão Thomas Dold que subiu os 1576 degraus ou 86 andares em 10 minutos e 10 segundos, foi sua 6ª vitória consecutiva!!!

A prova no Brasil será no dia 3 de Dezembro, todos tem tempo para  treinar!!!!


Olhem os RESULTADOS 2011:


1) New York - USA: 381m - 86 andares - 1576 degraus: Thomas Dold - 10'10''
2) Basel - Switzerland: 105m - 31 andares - 542 degraus: Celko Tomas -  2'39"50
3) London - Grã Bretanha: 199m - 47 andares - 920 degraus: Fabio Ruga - 4'24''
4) Taipei - Taiwan: 448m - 91 andares - 2046 degraus: Thomas Dold - 11'19''
5) Berlin - Alemanha: 105m - 39 andares - 770 degraus: Thomas Dold - 03'37''
6) Milan - Italia: 161m - 39 andares - 866 degraus:
7) Singapura - Singapura: 226m - 73 andares - 1336 degraus:
8) São Paulo - Brasil: 145m - 30 andares - 765 degraus:


Na Academia Companhia Athletica - Unidade Kansas há 3 escadas rolantes portáteis para treino!!!
 Telefone: (11) 5105-7000 Endereço: Rua Kansas, 1582 - Brooklin Paulista - São Paulo

Quem quiser treinar comigo ou tirar algumas dúvidas é só falar!!!




Calendário de corrida Cia athletica

Fala Pessoal!!

Seguem as datas das corridas em que a cia athletica irá oferecer apoio.
Começaremos na Vênus (27/02), depois Abertura da Corpore (20/03)...e finalmente a Track & Field (27/03).

Bom treino e boa corrida!!!
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...